Priscila   (241 views)

What is Priscila doing now?

O SEGREDO DA VIDA É FAZER DE UM PEQUENO INSTANTE UM GRANDE MOMENTO
2 days ago  ·  Comment »

Age

32

Location

Londrina, Brazil

Birthday

April 6
 
Advertisement

Info

Age

32

Birthday

April 6

Location

Londrina, Brazil

Languages

Portuguese
 

About Me


Veja Mensagens - Para seu Orkut e Hi5!
Pessoa extremamente de bem com a vida..adoro aventuras....e conhecer pessoas.

Interests

Amigos...quem sabe um grande amor.....

Favorite Music

sou eclética.....
 

Favorite Movies

Um amor para recordar....tantos....
 

Favorite TV Shows

Documentários.
 

Favorite Books

Vidas secas....entre outros...adoro os que falam de artes...
 
 

hi5 Games

Play hi5 Games

Priscila hasn't played any games recently.

 

Journal

View 1 Entry    Add Comment

Olá amigos.... : Feb 6, 2008
......SOu uma pessoa muito legal....amiga de verdade.....gostaria que fosse meu amigo...professora de artes separada,atualmente morando em londrina....vamos ser amigos?????

Applications

Browse Applications

PhotoBuzz
Make your friends smile! Animate their photos with Hugs, kisses, hearts and much more...

Zoosk
Meet great people around you! Come meet millions of singles, it's easy to find a date on Zoosk!

 

hi5 Gifts

Give a Gift    Get hi5 Coins    View all

Priscila has no unwrapped gifts.
 

Comments | View All Entries

Leave a comment for Priscila

Jan 24, 2009 5:48 AM
 
amigos do hi5 agradeço as mensagens e o carinho de vcs... as vezes não respondo porq entro raramente....mas valeu bjaum....ha quem tiver orkut pode me add......
 
Jan 17, 2009 4:39 AM
 
Mais um adeus Uma separação Outra vez, solidão Outra vez, sofrimento Mais um adeus Que não pode esperar O amor é uma agonia Vem de noite, vai de dia É uma alegria E de repente Uma vontade de chorar Contraponto Olha, benzinho, cuidado Com o seu resfriado Não pegue sereno Não tome gelado O gim é um veneno Cuidado, benzinho Não beba demais Se guarde para mim A ausência é um sofrimento E se tiver um momento Me escreva um carinho E mande o dinheiro Pro apartamento Porque o vencimento Não é como eu: Não pode esperar O amor é uma agonia Vem de noite, vai de dia É uma alegria E de repente Uma vontade de chorar Vinicius de Moraes click to comment Enfim, depois de tanto erro passado Tantas retaliações, tanto perigo Eis que ressurge noutro o velho amigo Nunca perdido, sempre reencontrado. É bom sentá-lo novamente ao lado Com olhos que contêm o olhar antigo Sempre comigo um pouco atribulado E como sempre singular comigo. Um bicho igual a mim, simples e humano Sabendo se mover e comover E a disfarçar com o meu próprio engano. O amigo: um ser que a vida não explica Que só se vai ao ver outro nascer E o espelho de minha alma multiplica... Vinicius de Moraes click to comment Quando a luz dos olhos meus E a luz dos olhos teus Resolvem se encontrar Ai que bom que isso é meu Deus Que frio que me dá o encontro desse olhar Mas se a luz dos olhos teus Resiste aos olhos meus só p'ra me provocar Meu amor, juro por Deus me sinto incendiar Meu amor, juro por Deus Que a luz dos olhos meus já não pode esperar Quero a luz dos olhos meus Na luz dos olhos teus sem mais lará-lará Pela luz dos olhos teus Eu acho meu amor que só se pode achar Que a luz dos olhos meus precisa se casar. Vinícius de Moraes click to comment Que você volte depressa Que você não se despeça Nunca mais do meu carinho E chore, se arrependa E pense muito Que é melhor se sofrer junto Que viver feliz sozinho Tomara Que a tristeza te convença Que a saudade não compensa E que a ausência não dá paz E o verdadeiro amor de quem se ama Tece a mesma antiga trama Que não se desfaz E a coisa mais divina Que há no mundo É viver cada segundo Como nunca mais... Vinícius de Moraes click to comment
 
This item has been blocked and cannot be viewed. The user who posted this item has been blocked due to abuse of the hi5 Terms of Service.
 
Jan 16, 2009 1:40 AM
 
Encontre-se entre os frutos uma oliva e ao menos uma rosa nos florais. Se a fortuna vos falha, por esquiva, plantai de novo, e sempre, e muito mais. Segui, juncando a orla dos caminhos de roseiras sem conta e de olivais. Sangrar-vos-eis, de certo, nos espinhos, certo, vos queimarão sois estivais. Vezes a praga e os pássaros daninhos perderão a colheita, ou a primitiva semente esconderão os chãos maninhos. Árdua é a tarefa. Embora! A alternativa de servir os passantes e os vizinhos, compensa o dissabor e em paz deriva. João Justiniano da Fonseca click to comment Eu pudesse ser sol em pleno iverno e pudesse ser luz na escuridão; ser esperança em todo coração, soma de paz e amor, bem eviterno. Sempre pudesse ser alegre e terno, e inteiro, transformado em vinha e pão; ser céu pudesse e ao mesmo tempo chão, para dar chuva e fruto em tempo eterno. Jamais me preocupar o meu conforto, e, como o Cristo ajoelhado no Horto ser humilde segundo por segundo. Oferecer-me em bem à humanidade por vida e morte, pela eternidade, o coração distribuído ao mundo... João justiniano da Fonseca click to comment A ventania é forte e a velha porta vai e vem, rangindo, lenta, no portal. Não range apenas, geme à hora morta da meia noite, ao céu, ao vendaval... A porta geme, ou é o vento? Pouco importa de onde vem o gemido, o iuvo espectral, se a dor excita, se o passado exorta e espanta as andorinhas do beiral... Um casarão mal assombrado é a idade, que faz gemer no peito o coração ao vento sibilante da saudade... Ou quem geme será minha ilusão, desfeita, enfim, na fria realidade e na suprema dor da solidão?! João Justiniano da Fonseca click to comment Era simples e belo, era tranqüilo caminhar sem cuidados e temores. Sem pretensão a voos e esplendores, sem saber que estivesse alguém a ouvi-lo. Ia alegre e sem pressa, a mocidade não lamenta jamais - luta, esbraveja. contesta por princípio e porque seja o futuro em procura da verdade. Um dia se descobre preocupado, grisalhos os cabelos, o ar zangado de quem pretende e não consegue o vôo. E adeus a vida simples e tranqüila, de homem displiscente a ator de vila, tudo agora é tormento e busca, enjôo... João Justiniano da Fonseca click to commentclick to comment
 
Jan 15, 2009 1:45 AM
 
Será que na vida não vive Quem na vida já viveu? Ou será que terá vida Quem nesta vida sofreu? Eu que morri e que vivo Dentro do mundo que passou, Nos versos que não morrerão Após rasgar a vida Irão lembrar quem chorou E esta vida não viveu. hamilton afonso click to comment Queria dedicar-te um canto Nesta terna e longa viagem Através da poesia. Queria dar-te uma flor Que jamais seque algum dia. Pois ser feliz é esquecer A amargura do momento E só assim a vida é sublime Bonita, ao mesmo tempo Como este mar Que nos separa Nesta noite amena e calma. Silêncio! Que o meu luar Vai beijar a tua alma. hamilton afonso click to comment Contigo, aprendi a saber o que é unidade A ouvir o que não chega ser dito, A sentir o que tu pensas, Sabendo que pensas o que sinto… Aprendi a saber de mim, através do que sei de ti… Aprendi a conhecer o silêncio A conhecer o seu dicionário mudo Apenas pelo olhar, Não preciso de palavras, para saber de ti E sei que também não precisas Porque sabemos o que sentimos… Aprendi a suportar o mistério que nos une A força que nos comanda A energia que sentimos… Aprendi contigo o valor de sermos “dois” e “um” Estarmos juntos, estando separados, Numa integridade única de quem sabe o que quer… Aprendi contigo e com essa empatia Que temos ainda muito que aprender Que rir, cantar, chorar e amar É apenas o segredo de sermos Duas almas num só corpo… MARIA CELIA SILVA click to comment Vejo-te ir, Não vou conseguir chegar, Se partir… Vais regressar, Mas tu já saíste, E eu fiquei! Deriva de mim a dúvida E o conselho a seguir: Rir de acordo, Ou acordar a rir, e ir Ir por aí Por onde o meu passo me leva Atrás de tudo e de nada, Porque tudo afinal se queda Estou novamente perdido! Vi-te partir, Vais regressar, Afinal prometeste voltar… hamilton afonso click to comment “ O poeta é um fingidor. Finge tão completamente Que chega a fingir que é dor A dor que deveras sente. E os que lêem o que escreve Na dor lida sentem bem Não as duas que ele teve Mas só a que eles não tem.” Fernando Pessoa click to commentclick to comment
 
Jan 14, 2009 6:49 AM
 
brigado pra vc tbm um grande? bjsssssssssssssss pra ti
 
Jan 14, 2009 1:35 AM
 
Náufrago sombrio da noite errante, Letárgico na imensidão escura, Do peito, o coração se transfigura, Refúgio da desilusão constante. É a reciprocidade exorbitante! Ao leito desse quarto, a amargura Exposta à transmutação futura E às margens dessa solidão cortante. E nada o será tal como fora, Nem nada do que fora, então se entrega Inerte a minha alma sonhadora; Estática, pois ergue e não carrega O peso da prisão devastadora, Mas náufrago meu coração navega. Murilo Rafael click to comment Oque acontece com um coração Que vive uma canção Pode até estar perdido Com um ferido. Meu amor está sumido Pode até estar perdido! E agora o que vou fazer com a paixão Que predomina meu coração. Ninguem segura o amor. Quando ele é regeitado Não é mais amor mais assim dor O amor pode estar cansado de ser abandonado Agora esse amor é antessesor Já cansei de ser amador. Sabrina click to comment Só queria te dizer que sem você não sei viver posso até tentar mas a saudade não vai deixar. só queria que você soubesse que o teu Amor me enobresse me faz sentir como uma rainha nos teus braços sem perder a linha. Só queria que você percebesse que o meu sentimento por você não tem nenhum interesse. Eu só queria te dizer pois tá difícil de esconder o Amor que tenho no peito, que não para de cerscer. Anna Paula Guinalia click to comment Óh fada assoprada pela brisa Me encanta com teu jeito divinal E em meu coração se eterniza Me toca de uma forma genial Óh deusa, eu te quero aqui comigo Que és a majestosa flor mais bela Que o meu peito já me disse "Amigo Teus olhos foram feitos para vê-la" Não sei mais que dizer de ti amada Mas se eu calar o ar ainda tine Por isso eu clamarei na madrugada Que o verso do Poeta se refine "Sem o amor eu não seria nada" Ser nada é morrer sem amar a Aline! Diego Ribeiro Sabino click to comment Sentir, pelo atos, que não é, e nunca foi amado. Antever o desprezo pelo sempre esquecimento. Não ter resposta dos lábios frios e cerrados; a fala calou-se, não tendo sequer ressentimento. No olhar o cansaço antecipa o adeus já esperado. Sumir agora é a ordem, aguarda-se o momento. Os corpos não se tocam, músculos dilacerados. A vida tramada, calada,nunca esteve a contento. Nos cabelos brancos a denúncia: antecipação da velhice. Os pés cansados, por demais lentos, procuram o descanso. Agora lamenta, faltou o sabor: um pouco de canalhice. Sente e geme a sentença na carne: voltarás a ser pó! Compreende então a verdade, a verdade do tormento; és homem, uno, sem chances, foi, é, e será sempre só! Adaides Batista dos Santos
 
Jan 13, 2009 1:53 AM
 
Já disse todas as palavras todas! As de canto as de encanto as de dor as de amor as de frio as de cio as de sorte as de morte e as de vida dorida, ferida, ferida... e o que trás o que faz o que jaz sem temor é um rio vazio tão só e tão frio por falta de amor todo dor, todo dor... já disse e não espero nem quero não quero o desejo dum beijo em boca promessa nem ternura com pressa; não mais a tristeza não mais a incerteza não mais a rudeza de sílaba assim... não quero palavras escritas ou ditas feias ou bonitas que doem em mim!... Maria Mamede click to comment A chuva são as lágrimas da vida que caem tristemente do céu na tentativa de lavar a alma daqueles que ainda acreditam no amor. Ela escorre pelas calçadas com a intenção de limpar a cidade das injustiças sociais e da hipocrisia humana. Ela enche o lago para matar a sede daqueles que desejam a felicidade. Ela rega a vida para acabar com seca de esperança por um mundo melhor. Anna Paula Guinalia click to comment Sem você eu não vivo apenas sobrevivo por mais um longo dia cinzento e uma interminável noite fria. Sem você fico muito triste tudo que faço é lembrar de seus carinhos, sua voz macia. Sem você fiquei órfã do amor que me fazia viver. Sem você apenas recordo o passado com esperança de tê-lo no futuro. Anna Paula Guinalia click to comment Preciso saber como estás o que fazes de interessante o que pensas da vida o que sentes perante o amor. Preciso saber se beijas outra boca se acaricias outro rosto se afagas outro cabelo. Preciso ver-te tocar-te e amar-te novamente. Preciso ter-te como nunca tive e para todo o sempre. Anna Paula Guinalia click to comment Será que me amaste realmente que não mentiste a ti mesmo dizendo que era para sempre que nascemos um para o outro. Será que falavas a verdade que sentias tudo que dizias que teu sorriso era verdadeiro e teu olhar sinceiro. Será que tudo acabou que não lembras de nada e o sentimento desapareceu. Será que o teu amor era verdadeiro como o sol que ilumina o dia? Anna Paula Guinalia click to comment
 
Jan 12, 2009 3:51 AM
 
Ao ouvir uma canção, Um sorriso em meus lábios surgiu, E uma forte emoção, Todo meu ser possuiu. Conforme ouvia calado, Você surgia em minha mente, Como um lindo filme a passar, Fazendo minha vida diferente. Estrelas nos ceus a brilhar, Irradiando sua beleza, Focadas todas em você, Minha querida princesa. Defronte a um lago azul, Você de cabelos soltos ao ar, Espalhava seu doce perfume, Convidando - me para te amar. Vivendo este sonho de amor, Senti você se aproximar, E o calor do seu corpo, Meu corpo arrepiar. Então pude provar, A delicia dos seus beijos, Transformando meu coração, Em fonte de insaciável desejo. Não resisti ao Amor, E a você me entreguei, E confesso de coração, Que pra sempre te amarei. by José Roberto. "Para quem está a chorar, não só tenho um ombro amigo para chorar, mas um coração cheio de Amor, para te Amar click to comment e amar assim Um segredo que é só meu Meu pomar de delícias O eco de meus sonhos Te amar assim Talvez seja um meio De te preservar pra sempre Divisor das águas em mim Te amar assim Pendurada no teu céu Exposta em tuas mãos Suave memória curando tuas dores Te amar assim Ouvindo teu riso alegre Sentindo teu ar em mim Tangendo teu corpo manso Te amar assim Exilando meus fantasmas Embriagando meus receios Acordando meus desejos Te amar assim Na volúpia das conversas No movimento dos versos Na cumplicidade das lembranças Te amar assim No outono das minhas cores No poente da tua entrega No horizonte do nosso encontro Te amar assim Em êxtase Sem medo de sentir que estou feliz. (by: Eliane Malpighi click to comment Não existe somente uma idade para se ser feliz, alcançar a tão sonhada felicidade da vida ser apenas um aprendiz Se encantar com tudo na vida viver apaixonadamente viver uma época num instante e saber que é preciso sonhar Criar uma áurea dourada ser uma pessoa predestinada a todos fazer feliz não apenas ser, mas existir Renovar a cada momento nossas almas reernegizar aceitar todos os desafios e toda a luta enfrentar Viver todos os amores experimentar todos os sabores sem culpas ou temores arrependimentos ou dissabores Dourar cada momento de felicidade e encantamento por amar e ser amado e saber que sempre É TEMPO DE SER FELIZ by: Dibruck click to comment O gosto da tua pele sal impregnado em meus lábios que me mata de sede à beira da fonte dos teus prazeres. O teu gosto na minha boca mel que sacia meus desejos na hora derradeira do medo de te perder em meio aos lençóis. O teu cheiro impregnado no meu corpo perfume raro que nem a chuva leva de mim... autor desconhecido click to comment
 
Jan 10, 2009 10:10 AM
 
Com você aprendi a saber o que é uma unidade, A ouvir o que não chega a ser dito, Sentir o que você pensa, Sabendo que você pensa o que eu sinto, Aprendi a saber de mim, Através do que sei de você... Aprendi a conhecer seu silêncio, A entender seu dicionário mudo, Apenas pelo calar... Não preciso de palavras para saber sobre você, E sei que você também não precisa delas para me entender, pois, Sabemos o que sentimos... Aprendi a respeitar o mistério que nos une, A força que nos comanda, E a energia que sentimos... Estou aprendendo a respeitar a capacidade de termos uma sintonia que nos liga à mesma freqüência, Nos fazendo um canal de poder, Criado por uma energia que emana de uma Força Maior... Aprendi com você o valor de sermos um e sermos dois... de sermos dois e sermos um... É um estar juntos mesmo separados, Numa integridade única, De quem sabe o que quer e o que sente... Aprendi com você e com essa sintonia, Que ainda tenho muito o que aprender... com você... Vamos encontrar nosso Real, E rir, e amar, e vivermos nosso amor, Pois tudo isso é maravilhoso... E que cada drama é só nosso modo de ver a vida, Só está nos mostrando aquilo que estamos criando Com nosso poder de acreditar... em nós... click to comment É estar onde se quer É fazer o que deseja É pensar só em você Mesmo que pouco te veja É gritar com toda a força De amor ou de prazer É querer todos os dias Te amar pra me perder É pegar uma idéia E tornar realidade É deixar pra lá sem dó Toda a dor, toda a verdade É sonhar com esse rosto Tão grafado em minha mente É beijá-lo várias vezes Na memória, docemente É poder assim dizer Dessa forma assim tão doce Como queria amar você Por um dia só que fosse. by: Mônica Campregher click to comment Seduza-me! Sem entremeios Indecisões ou receios. Me traga flores, Me ofereça estrelas, Colhidas especialmente Pra mim... Seduza-me! Corra o mundo, Invente uma canção, Me faça versos Que falem de paixão. Brinque comigo, Me faça rir, Me toque Sem me tocar. Me surpreenda, Me prenda! Me conte de você, Da sua vida. Me olhe nos olhos E me faça sentir Um ser especial... Seduza-me! Me fale de amor E de paraíso. Venha com beijos, Vinho tinto E luz de velas, Se for preciso. Me pegue Em seus braços E eu te juro, Que se você Me chega assim, Não vou saber te resistir... by: Leticia Thompson click to comment Seria muito pedir... Que ao nascer de cada dia você estivesse ao meu lado? Que teu sorriso iluminasse as manhãs por mais cinzentas que fossem? Que no abrir dos teus olhos a imagem refletida fosse do meu amor por você? Seria muito pedir... Que ao passar dos dias nosso amor se tornasse mais puro, singelo e intenso? Que quando estivéssemos juntos esquecêssemos do tempo e do espaço? Que a razão dos nossos sorrisos fosse, simplesmente, por estarmos assim? Seria muito pedir... Que a cada marca, a cada fio de cabelo que se tornasse grisalho eu pudesse lhe dizer como estás ainda mais linda? Que meu desejo por ti não respeita regras, não sabe onde começa e nem como termina? Que eu pudesse contemplar o campo florir-se por tua presença radiante ali? Seria muito pedir... Desejar... Que o eterno não fosse o bastante para nosso amor e que os dias fossem poucos para que eu pudesse lhe dizer... Te amo! by: Eros click to comment
 
Jan 9, 2009 2:11 AM
 
Se eu pudesse te sentir, por um momento sem fim, Se eu pudesse... Te levar prá bem longe, sem o ontem, sem o amanhã, sem pausa, Se eu pudesse... Minha estrela, meu céu, meu sol, minha aurora, meu tudo agora. Se eu pudesse ter tudo que eu quero agora... Queria você prá mim, dentro de mim, para um momento sem fim. Se eu pudesse... (desconheço a autoria.) click to commentclick to comment Quando o amor acenar, siga-o ainda que por caminhos ásperos e íngremes. E quando suas asas o envolverem, renda-se a ele. Ainda que a lâmina escondida sob suas asas possa feri-lo. E quando ele falar a você, acredite no que ele diz, Ainda que sua voz possa destroçar seus sonhos, Assim como o vento norte devasta o jardim. Pois, se o amor coroa, ele também o crucifica. Se o ajuda a crescer, também o diminui. Se o faz subir às alturas e acaricia seus ramos mais tenros que tremem ao sol, também o faz descer às raízes e abala sua ligação com a terra. Como os feixes de trigo, ele o mantém íntegro. Debulha-o até deixá-lo nu. Transforma-o, livrando-o de sua palha. Tritura-o, até torná-lo branco. Amassa-o, até deixá-lo macio e, então, submeta-o ao fogo para que se transforme em pão, no banquete sagrado de Deus. Todas essas coisas pode o amor fazer para que você conheça os segredos de seu coração e, com esse conhecimento, se torne um fragmento do coração da VIDA. (by: Khalil Gibran) click to commentclick to comment Se um dia te der uma louca vontade de chorar, me chama, Não te prometo fazer sorrir, mas posso chorar com você. Se um dia resolver fugir; não se esqueça de me chamar, Não te prometo convencer de ficar, mas posso fugir contigo. Se um dia te der uma louca vontade de não falar com ninguém; Me chama assim mesmo; Prometo ficar bem quietinha(o). Mas... se um dia você me chamar e eu não ouvir ... Vem correndo ao meu encontro... Talvez eu esteja precisando click to commentclick to comment Saudade é solidão acompanhada, é quando o amor ainda não foi embora, mas o amado já... Saudade é amar um passado que ainda não passou, é recusar um presente que nos machuca, é não ver o futuro que nos convida... Saudade é sentir que existe o que não existe mais... Saudade é o inferno dos que perderam, é a dor dos que ficaram para trás, é o gosto de morte na boca dos que continuam... Só uma pessoa no mundo deseja sentir saudade: "aquela que nunca amou." E esse é o maior dos sofrimentos: não ter por quem sentir saudades, passar pela vida e não viver. O maior dos sofrimentos é nunca ter sofrido..." Pablo Neruda ) click to comment Com você aprendi a saber o que é uma unidade, A ouvir o que não chega a ser dito, Sentir o que você pensa, Sabendo que você pensa o que eu sinto, Aprendi a saber de mim, Através do que sei de você... Aprendi a conhecer seu silêncio, A entender seu dicionário mudo, Apenas pelo calar... Não preciso de palavras para saber sobre você, E sei que você também não precisa delas para me entender, pois, Sabemos o que sentimos... Aprendi a respeitar o mistério que nos une, A força que nos comanda, E a energia que sentimos... Estou aprendendo a respeitar a capacidade de termos uma sintonia que nos liga à mesma freqüência, Nos fazendo um canal de poder, Criado por uma energia que emana de uma Força Maior... click to comment
 
Jan 8, 2009 3:03 AM
 
E de novo, Lisboa, te remancho, numa deriva de quem tudo olha de viés: esvaído, o boi no gancho, ou o outro vermelho que te molha. Sangue na serradura ou na calçada, que mais faz se é de homem ou de boi? O sangue é sempre uma papoila errada, cerceado do coração que foi. Groselha, na esplanada, bebe a velha, e um cartaz, da parede, nos convida a dar o sangue. Franzo a sobrancelha: dizem que o sangue é vida; mas que vida? Que fazemos, Lisboa, os dois, aqui, na terra onde nasceste e eu nasci? Alexandre O'Neill, in 'De Ombro na Ombreira' click to comment Acaba mal o teu verso, mas fá-lo com um desígnio: é um mal que não é mal, é lutar contra o bonito. Vai-me a essas rimas que tão bem desfecham e que são o pão de ló dos tolos e torce-lhes o pescoço, tal como o outro pedia se fizesse à eloquência, e se houver um vossa excelência que grite: — Não é poesia!, diz-lhe que não, que não é, que é topada, lixa três, serração, vidro moído, papel que se rasga ou pe- dra que rola na pedra... Mas também da rima «em cheio» poderás tirar partido, que a regra é não haver regra, a não ser a de cada um, com sua rima, seu ritmo, não fazer bom e bonito, mas fazer bom e expressivo... Alexandre O'Neill, in 'De Ombro na Ombreira' click to comment Mal nos conhecemos Inaugurámos a palavra «amigo». «Amigo» é um sorriso De boca em boca, Um olhar bem limpo, Uma casa, mesmo modesta, que se oferece, Um coração pronto a pulsar Na nossa mão! «Amigo» (recordam-se, vocês aí, Escrupulosos detritos?) «Amigo» é o contrário de inimigo! «Amigo» é o erro corrigido, Não o erro perseguido, explorado, É a verdade partilhada, praticada. «Amigo» é a solidão derrotada! «Amigo» é uma grande tarefa, Um trabalho sem fim, Um espaço útil, um tempo fértil, «Amigo» vai ser, é já uma grande festa! Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca' click to comment Ao lado do homem vou crescendo Defendo-me da morte quando dou Meu corpo ao seu desejo violento E lhe devoro o corpo lentamente Mesa dos sonhos no meu corpo vivem Todas as formas e começam Todas as vidas Ao lado do homem vou crescendo E defendo-me da morte povoando De novos sonhos a vida Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca' click to comment Congresso de gaivotas neste céu Como uma tampa azul cobrindo o Tejo. Querela de aves, pios, escarcéu. Ainda palpitante voa um beijo. Donde teria vindo! (Não é meu...) De algum quarto perdido no desejo? De algum jovem amor que recebeu Mandado de captura ou de despejo? É uma ave estranha: colorida, Vai batendo como a própria vida, Um coração vermelho pelo ar. E é a força sem fim de duas bocas, De duas bocas que se juntam, loucas! De inveja as gaivotas a gritar... Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca' click to comment Há palavras que nos beijam Como se tivessem boca. Palavras de amor, de esperança, De imenso amor, de esperançar louca. Palavras nuas que beijas Quando a noite perde o rosto; Palavras que se recusam Aos muros do teu desgosto. De repente coloridas Entre palavras sem cor, Esperadas inesperadas Como a poesia ou o amor. (O nome de quem se ama Letra a letra revelado No mármore distraído No papel abandonado) Palavras que nos transportam Aonde a noite é mais forte, Ao silêncio dos amantes Abraçados contra a morte. Alexandre O'Neill, in 'No Reino da Dinamarca' click to comment
 
Jan 7, 2009 3:08 AM
 
De passadas tristezas, desenganos amarguras colhidas em trinta anos, de velhas ilusões, de pequenas traições que achei no meu caminho..., de cada injusto mal, de cada espinho que me deixou no peito a nódoa escura duma nova amargura... De cada crueldade que pôs de luto a minha mocidade... De cada injusta pena que um dia envenenou e ainda envenena a minha alma que foi tranquila e forte... De cada morte que anda a viver comigo, a minha vida, de cada cicatriz, eu fiz nem tristeza, nem dor, nem nostalgia mas heróica alegria. Alegria sem causa, alegria animal que nenhum mal pode vencer. Doido prazer de respirar! Volúpia de encontrar a terra honesta sob os pés descalços. Prazer de abandonar os gestos falsos, prazer de regressar, de respirar honestamente e sem caprichos, como as ervas e os bichos. Alegria voluptuosa de trincar frutos e de cheirar rosas. Alegria brutal e primitiva de estar viva, feliz ou infeliz mas bem presa à raíz. Volúpia de sentir na minha mão, a côdea do meu pão. Volúpia de sentir-me ágil e forte e de saber enfim que só a morte é triste e sem remédio. Prazer de renegar e de destruir o tédio, Esse estranho cilício, e de entregar-me à vida como a um vício. Alegria! Alegria! Volúpia de sentir-me em cada dia mais cansada, mais triste, mais dorida mas cada vez mais agarrada à Vida! Fernanda de Castro, in "D'Aquém e D'Além Alma" click to commentclick to comment Este é o papel singular da alegria a lei errante do país é o maior dos silêncios. Caminhei por entre rios pontos de água estações de novembro pequena razão dos ventos da manhã. Não trafiquei não porque seja forte mas porque falo da alegria do estar sobre vós nestes pontos de água na acidez da flor neste país frequentado algumas coisas nunca mudarão. O rigor da luz torna invulnerável o desejo de perder esta pressa de verão. Algumas coisas serão sempre as mesmas: manhã encosta o teu ouvido sobre a porta escuta era a voz os cavaleiros roubados a Ucello longínquos. (Profanamos a casa não o corpo esta forma desenhada ruga a ruga esta cor amarela sobre a praia.) João Miguel Fernandes Jorge, in "Vinte e Nove Poemas" click to commentclick to comment A alegria da vida, essa alegria d'oiro A pouco e pouco em mim vai-se extinguindo, vai... Melros alegres de bico loiro, Ó melros negros, cantai, cantai! Ando lívido, arrasto o pobre corpo exangue, Que era feito da luz das claras madrugadas... Rosas vermelhas da cor do sangue, Rosas abri-vos às gargalhadas! Limpidez virginal, graça d'Anacreonte, Mimo, frescura, força, onde é que estais?... não sei!... Ó águas vivas, águas do monte, Ó águas puras, correi, correi! Eu sinto-me prostrado em lânguido desmaio, E a minha fronte verga exausta para o chão... Cedros altivos, sem medo ao raio, Cedros erguei-vos pela amplidão! Guerra Junqueiro, in 'Poesias Dispersas' click to commentclick to comment Ela canta, pobre ceifeira, Julgando-se feliz talvez; Canta, e ceifa, e a sua voz, cheia De alegre e anônima viuvez, Ondula como um canto de ave No ar limpo como um limiar, E há curvas no enredo suave Do som que ela tem a cantar. Ouvi-la alegra e entristece, Na sua voz há o campo e a lida, E canta como se tivesse Mais razões pra cantar que a vida. Ah, canta, canta sem razão! O que em mim sente ‘stá pensando. Derrama no meu coração a tua incerta voz ondeando! Ah, poder ser tu, sendo eu! Ter a tua alegre inconsciência, E a consciência disso! Ó céu! Ó campo! Ó canção! A ciência Pesa tanto e a vida é tão breve! Entrai por mim dentro! Tornai Minha alma a vossa sombra leve! Depois, levando-me, passai! Fernando Pessoa, in "Cancioneiro" click to comment
 
Jan 6, 2009 3:23 PM
nelo says:
 
Recados para Orkut

Seus amigos irão adorar uma mensagem como essa. Clique e confira!
[red]*[/red] www.recadosonline.com/amizade.html [red]*[/red]


 
Jan 6, 2009 5:55 AM
 
No acaso da rua o acaso da rapariga loira. Mas não, não é aquela. A outra era noutra rua, noutra cidade, e eu era outro. Perco-me subitamente da visão imediata, Estou outra vez na outra cidade, na outra rua, E a outra rapariga passa. Que grande vantagem o recordar intransigentemente! Agora tenho pena de nunca mais ter visto a outra rapariga, E tenho pena de afinal nem sequer ter olhado para esta. Que grande vantagem trazer a alma virada do avesso! Ao menos escrevem-se versos. Escrevem-se versos, passa-se por doido, e depois por gênio, se calhar, Se calhar, ou até sem calhar, Maravilha das celebridades! Ia eu dizendo que ao menos escrevem-se versos... Mas isto era a respeito de uma rapariga, De uma rapariga loira, Mas qual delas? Havia uma que vi há muito tempo numa outra cidade, Numa outra espécie de rua; E houve esta que vi há muito tempo numa outra cidade Numa outra espécie de rua; Por que todas as recordações são a mesma recordação, Tudo que foi é a mesma morte, Ontem, hoje, quem sabe se até amanhã? Um transeunte olha para mim com uma estranheza ocasional. Estaria eu a fazer versos em gestos e caretas? Pode ser... A rapariga loira? É a mesma afinal... Tudo é o mesmo afinal ... Só eu, de qualquer modo, não sou o mesmo, e isto é o mesmo também afinal. Álvaro de Campos, in "Poemas" Heterónimo de Fernando Pessoa click to comment A alegria da vida, essa alegria d'oiro A pouco e pouco em mim vai-se extinguindo, vai... Melros alegres de bico loiro, Ó melros negros, cantai, cantai! Ando lívido, arrasto o pobre corpo exangue, Que era feito da luz das claras madrugadas... Rosas vermelhas da cor do sangue, Rosas abri-vos às gargalhadas! Limpidez virginal, graça d'Anacreonte, Mimo, frescura, força, onde é que estais?... não sei!... Ó águas vivas, águas do monte, Ó águas puras, correi, correi! Eu sinto-me prostrado em lânguido desmaio, E a minha fronte verga exausta para o chão... Cedros altivos, sem medo ao raio, Cedros erguei-vos pela amplidão! Guerra Junqueiro, in 'Poesias Dispersas' click to commentclick to comment Enquanto eu te beijo, o seu rumor nos dá a árvore, que se agita ao sol de ouro que o sol lhe dá ao fugir, fugaz tesouro da árvore que é a árvore de meu amor. Não é fulgor, não é ardor, não é primor o que me dá de ti o que te adoro, com a luz que se afasta; é o ouro, o ouro, é o ouro feito sombra: a tua cor. A cor de tua alma; pois teus olhos vão-se tornando nela, e à medida que o sol troca por seus rubros seus ouros, e tu te fazes pálida e fundida, sai o ouro feito tu de teus dois olhos que me são paz, fé, sol: a minha vida! Juan Ramón Jiménez, in "Ríos que se Van" Tradução de José Bento click to commentclick to comment Querida vem junto de mim Esta noite quero cantar Uma canção para ti Uma canção sem lágrimas Uma canção ligeira Uma canção de charme O charme das manhãs Envolvidas em bruma Em que valsam coelhos O charme dos pântanos Onde alegres crianças louras Pescam crocodilos O charme dos prados Que se ceifam no Verão Para podermos rebolar-nos O charme das colheres Que rapam os pratos E a sopa de olhos claros O charme do ovo cozido Que permitiu a Colombo O truque mais luzido O charme das virtudes Que dão ao pecado O gosto do proibido Podia ter-te cantado Uma canção de carvalho De ulmeiro ou de choupo Uma canção de plátano Uma canção de teca De rimas mais duráveis Mas sem ruído nem alarme Preferi experimentar Esta canção de charme Charme do velho notário Que no estúdio austero Denuncia o falsário Ou o charme da chuva Escorrendo gotas de ouro Sobre o cobre do leito Charme do teu coração Que vejo junto ao meu Quando penso no bem-estar Ou o charme dos sóis Que giram sempre em volta De horizontes vermelhos E o charme dos dias Apagados da nossa vida Pela goma das noites Boris Vian, in "Canções e Poemas" Tradução de Irene Freire Nunes / Fernando Cabral Martins click to comment
 
Jan 5, 2009 7:44 AM
 
Quando tuas mãos saem, amada, para as minhas, o que me trazem voando? Por que se detiveram em minha boca, súbitas, e por que as reconheço como se outrora então as tivesse tocado, como se antes de ser houvessem percorrido minha fronte e a cintura? Sua maciez chegava voando por sobre o tempo, sobre o mar, sobre o fumo, e sobre a primavera, e quando colocaste tuas mãos em meu peito, reconheci essas asas de paloma dourada, reconheci essa argila e a cor suave do trigo. A minha vida toda eu andei procurando-as. Subi muitas escadas, cruzei os recifes, os trens me transportaram, as águas me trouxeram, e na pele das uvas achei que te tocava. De repente a madeira me trouxe o teu contacto, a amêndoa me anunciava suavidades secretas, até que as tuas mãos envolveram meu peito e ali como duas asas repousaram da viagem. Pablo Neruda click to comment
 
Jan 5, 2009 4:22 AM
 
click to commentclick to comment O terno e perigoso rosto do amor me apareceu numa noite depois de um dia muito comprido Talvez fosse um arqueiro com seu arco ou ainda um músico com sua harpa Não me lembro mais Nada mais sei Tudo o que sei é que ele me feriu talvez com uma flecha talvez com uma canção tudo o que sei é que me feriu feriu aqui no coração e para sempre Ardente muito ardente ferida do amor. by: Jacques Prévert click to commentclick to comment Os caminhos da vida Não me levam conforme eu queria. As estradas do meu coração Fazem tantas curvas. Percorro o caminho da solidão, Desamparada, triste, inconsolável. Não sei o que fazer, O céu desabou sobre mim, O mundo me deu as costas. O medo da caminhada, O medo de olhar pra frente, Tudo me consome.Não há ninguém Olhando por mim O egoísmo me apossou. A minha companheira é a dor. Como são obscuros os caminhos da vida. Como somos egoístas em tanto querer. Como não temer? Os abismos que nos esperam. Como sonhar? Se a cada passo há uma pedra E em cada flor, um espinho. Quando e como alcançaremos a verdadeira felicidade?" click to commentclick to comment O Homem é a mais elevada das criaturas. A Mulher é o mais sublime dos ideais. Deus fez para o Homem um trono; Para a Mulher, um altar. O trono exalta, o altar santifica. O Homem é o cérebro, a Mulher, o coração, o amor. A luz fecunda; o amor ressuscita. O Homem é o gênio, a Mulher, o anjo. O gênio é imensurável, o anjo, indefinível. A aspiração do Homem é a suprema glória; A aspiração da Mulher, a virtude extrema. A glória traduz grandeza; a virtude traduz divindade. O Homem tem a supremacia; a mulher, a preferência. A supremacia representa força. A preferência representa o direito. O Homem é forte pela razão; a Mulher invencível pelas lágrimas. A razão convence; a lágrima comove. O Homem é capaz de todos os heroísmos; A Mulher de todos os martírios; O heroísmo enobrece; o martírio, sublima. O Homem é o código; a Mulher, o evangelho. O código corrige; o evangelho aperfeiçoa. O Homem é o templo; a Mulher, um sacrário. Ante o templo, nos descobrimos. Ante o sacrário, ajoelhamo-nos; O Homem pensa; a Mulher sonha. Pensar é ter cérebro; Sonhar é ter na fronte uma auréola. O Homem é um oceano, a Mulher, um lago. O oceano tem a pérola que embeleza; O lago tem a poesia que deslumbra. O Homem é a águia que voa; a Mulher, o rouxinol que canta. Voar é dominar o espaço; cantar é conquistar a alma. O Homem tem um fanal: a consciência; A Mulher tem uma estrela: a esperança. O fanal guia, a esperança, salva. Enfim... O Homem está colocado onde termina a terra; A Mulher onde começa o céu... VICTOR HUGO click to commentclick to comment Amo-te, de longe e em segredo, confessando quase a medo que já não faz sentido viver sem te amar assim. Amo-te entre a esperança e a quimera de um esperar de te amar de perto que nunca chega ao fim. Amo-te, em pensamento, a toda hora, em qualquer momento e escrava dessa obsessão, hei de morrer te amando num lamento de paixão. by: Maria Lucia Victor click to commentclick to commentclick to comment
 
Jan 4, 2009 12:45 AM
 
Se queres partilhar comigo o meu caminho de estrelas e luas sê bem-vindo, mas abre teu peito às luzes que elas emanam... Se queres partilhar comigo o meu caminho de sonhos e sentimentos sê bem-vindo, mas abre teu peito ao amor, à vida e ao belo... Se queres partilhar comigo o meu caminho em todos os reinos sê bem-vindo, mas abre teu peito à caminhada, com alegria e ardor... Se queres partilhar comigo o meu caminho de entrega e prazer sê bem-vindo, mas abre o teu peito ao desejo, ao carinho e ao bem-querer... E, se enfim, queres partilhar comigo o meu caminho infinito de luz sê bem-vindo, me dá tua mão.. e entra, de mansinho, no meu coração.. click to comment Segue o teu destino, Rega as tuas plantas, Ama as tuas rosas. O resto é a sombra De árvores alheias. A realidade Sempre é mais ou menos Do que nós queremos. Só nós somos sempre Iguais a nós-próprios. Suave é viver só. Grande e nobre é sempre Viver simplesmente. Deixa a dor nas aras Como ex-voto aos deuses. Vê de longe a vida. Nunca a interrogues. Ela nada pode Dizer-te. A resposta Está além dos deuses. Mas serenamente Imita o Olimpo No teu coração. Os deuses são deuses Porque não se pensam. (Ricardo Reis, click to comment De leve beijo as suas mãos pequenas, Alvas, de neve, e logo, um doce, um breve, Fino rubor lhe tinge a face, apenas De leve beijo as suas mãos de neve. Ela vive entre lírios e açucenas, E o vento a beija e, como o vento, deve Ser o meu beijo em suas mãos serenas: - Tão leve o beijo, como o vento é leve. Que essa divina flor, que é tão suave, Ama o que é leve, como um leve adejo De vento ou como um garganteio de ave, E já me basta, para meu tormento, Saber que o vento a beija, e que o meu beijo Nunca será tão leve como o vento... click to comment Saudade... De quem não vejo, Só sinto... De quem não sei quem é, Só sei que existe, Porque meu coração assim quer. Saudade... De você que me ensinou A te querer, A te sentir, Aqui dentro deste peito sonhador Que não quer te esquecer. Saudade... Aperta e dói, Quando estou aqui E não vejo seu nome online, Pra me encantar, E me fazer sonhar... Esquecer de tudo E só de você querer Saber e lembrar.. Saudade... De suas palavras, Neste modo de escrever Que é só seu Inconfundível para mim, Que te amo tanto assim, E nem sei que cor tem os seus olhos, Saudades... De contigo brincar, Ensinuar, ter prazer e sonhar, Com tua voz a ecoar pela sala, Quando escuto tua mensagem.. Saudades... Meu querido, meu amigo, Meu namorado virtual, Real, não sei... Mas quero sempre Contigo estar! by: Anita Garden® click to comment onho Meu Vai em busca do amor perdido Sem desespero Corre atrás do que é meu! Ele alí está Não se desespere sonho meu Existe uma chance Não a deixe escapar Ferre os punhos, feche as mãos com força Não deixe nenhuma brecha para que não consiga escapar de vez Voe sonho meu Pode voar, vai até o infinito, se preciso for Mas aterrize na hora em que sentir que sua asa voa alto demais Alcançe o vôo necessário Voe alto, pode voar, mais retorne vou precisar de você Me enlace em seu bico, suas asas Me leve para conhecer, esse amor que eu sonho, que existe em algum recanto Voa sonho meu Mas não esqueça de que pretendo voltar Viver somente de sonhos, cansa, deixa de ser sonho pode, mais tarde, pesadelo virar! por Regina O. click to commentclick to commentclick to comment
 
 
Jan 2, 2009 1:07 AM
 
Rir é correr risco de parecer tolo. Chorar é correr o risco de parecer sentimental. Estender a mão é correr o risco de se envolver. Expor seus sentimentos é correr o risco de mostrar seu verdadeiro eu. Defender seus sonhos e idéias diante da multidão é correr o risco de perder as pessoas Amar é correr o risco de não ser correspondido. Viver é correr o risco de morrer. Confiar é correr o risco de se decepcionar. Tentar é correr o risco de fracassar. Mas os riscos devem ser corrido, porque o maior perigo é não arriscar nada. há pessoas que não correm nenhum risco, não fazem nada, não têm nada e não são nada. Elas podem até evitar sofrimentos e desilusões, mas elas não conseguem nada, não sentem nada, não mudam, não crescem, não amam, não vivem . Acorrentadas por suas atitudes, elas viram escravas, privam-se de sua liberdade. Somente a pessoa que corre riscos é livre! by Seneca ( orador romano) click to comment Perdoa as duras frases que me ouviste: Vê que inda sangra o coração ferido, Vê que inda luta moribundo em ânsias Entre as garras da morte. Sim, eu deveria moderar meu pranto, Sofrear minhas iras vingativas, Deixar que as minhas lágrimas corressem Dentro do peito em chaga. Que m'importava a mim teu fingimento, Se uma hora fui feliz quando te amava, Se ideei breve sonho de venturas Dormindo em teu regaço; Luz mimosa de amor, que te apagaste, Ou gota pura de cristal luzente Filtrando os poros de uma rocha a custo Caída em negro abismo! Devera pois meu pranto borrifar-te Amigo e benfazejo, como aljôfar De branco orvalho em pérolas tornado Num cálice de flor; Não converter-se em pedras de saraiva, Em chuva de granizo fulminante, Que em chão de morte as pétalas viçosas Desfolhasse entreabertas. by: Gonçalves Dias click to comment e um dia você me encontrar Em qualquer lugar Não finja que não viu O que vai ganhar com isso? Apenas a mórbida sensação De machucar ainda mais Esse meu coração Sorria pra mim Sorriso faz bem Te deixa lindo Te quero sempre sorrindo Chegue mais perto Não me negue um abraço Aquele macio, perfumado, gostoso que só você sabe dar Aconchega meu corpo junto ao seu Abraço é mais forte que aço Une as pessoas Com sensações muito boas Não tenha pressa de me soltar Me abrace longamente Me beije na face Esse carinho É riquíssimo em felicidade E não te fará nenhum mal Verdade! Me olhe nos olhos Deixe refletir minha imagem Nesses seus olhos tão amados Depois, se quiser Murmure um adeus De mansinho E saia devagarinho Se um dia você me encontrar Não me ignore Essa troca de afagos Faz tão bem Ao meu coração E se novamente um dia você me encontrar Vamos do começo desse poema a receita recomeçar. (by: EDNA BERTA ) click to comment Quando o amor acenar, siga-o ainda que por caminhos ásperos e íngremes. E quando suas asas o envolverem, renda-se a ele Ainda que a lâmina escondida sob suas asas possa ferí-lo. E quando ele falar a você, acredite no que ele diz, Ainda que sua voz possa destroçar seus sonhos, Assim como o vento norte devasta o jardim. Pois, se o amor coroa, ele também o crucifica. Se o ajuda a crescer, também o diminui. Se o faz subir às alturas e acaricia seus ramos mais tenros que tremem ao sol, também o faz descer às raízes e abala sua ligação com a terra. Como os feixes de trigo, ele o mantém íntegro. Debulha-o até deixá-lo nu. Transforma-o, livrando-o de sua palha. Tritura-o, até torná-lo branco. Amassa-o, até deixá-lo macio e, então, submeta-o ao fogo para que se transforme em pão, no banquete sagrado de Deus. Todas essa coisas pode o amor fazer para que você conheça os segredos de seu coração e, com esse conhecimento, se torne um fragmento do coração da VIDA. (Khalil Gibran) click to comment Quando sentires a saudade retroar Fecha os teus olhos e verás o meu sorriso. E ternamente te direi a sussurrar: O nosso amor a cada instante está mais vivo! Quem sabe ainda vibrará em teus ouvidos Uma voz macia a recitar muitos poemas ... E a te expressar que este amor em nós ungido Suportará toda distância sem problemas ... Quiçá, teus lábios sentirão um beijo leve Como uma pluma a flutuar por sobre a neve, Como uma gota de orvalho indo ao chão. Lembrar-te-ás toda a ternura que expressamos, Sempre que juntos, a emoção que partilhamos ... Nem a distância apaga a chama da paixão. by: Guimarães Rosa

Title
body
 

Purchase additional coins

You need an additional: hi5 Coins hi5 Coins

Get Coins No Thanks